terça-feira, 27 de setembro de 2011

Fraldas descartáveis vão ser utilizadas conscientemente

Os bebês britânicos usam cerca de três bilhões de fraldas descartáveis ​​por ano.
No entanto, uma nova empresa de reciclagem irá transformar essas fraldas em telhas e tubos de construção.

Na Grã-Bretanha, somente os resíduos gerados pelas fraldas descartáveis, somam mais de meio milhão de toneladas. Em média, um bebê britânico usa seis mil fraldas antes de serem treinados para usar o penico.

De acordo com o site da empresa Knowaste, que tem origem canadense, cada fralda descartável leva cerca de 500 anos para se decompor.

A empresa deu um passo à frente para reciclar cerca de 36 mil toneladas de fraldas descartáveis, produtos de incontinência de adultos e absorventes íntimos femininos, na sua fábrica de reciclagem, a primeira do tipo instalada na Inglaterra.

A fábrica foi inaugurada em West Bromwich, a 165 km de Londres.

O processo envolve três estágios:

  • Os resíduos das fraldas são coletados em hospitais, centros de saúde e berçários;
  • O material é esterilizado, desativado e mecanicamente separado em componentes individuais: resíduos orgânicos, plástico e polímeros super-absorventes;
  • Os componentes recuperados podem então ser transformados em novos produtos tais como: “madeiras” e telhas plásticas, tubos comerciais, materiais de absorção, produtos de papel reciclado e energia “verde”.

O plástico altamente valioso e as fibras seriam recuperados, desviando deste modo os resíduos absorventes dos aterros sanitários e incineração. Impedindo um fluxo interminável de impactos ambientais negativos associados à sua disposição.

Com informações da Knowaste.

Repassando, recebido por e-mail

SolCira

2011

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Simplificando as dietas







Rótulos de produtos alimentícios começaram a ser investigados pelos consumidores. E eu pergunto : está adiantando alguma coisa???? Mesmo assim a obesidade está aumentando no mundo todo. Um dos caminhos a seguir é a simplicidade alimentar: comer de 03 em 03 horas é o ideal.

A propaganda alimentícia gera a compulsão alimentar, assim acho eu. As ruas estão repletas de açúcar e gordura. Há um excesso de oferta alimentar. O alimento virou um comércio espetacular que cresce a cada momento. É o pecado da gula.

Barraquinhas de doces e guloseimas estão espalhadas pelas ruas, paradas de ônibus, etc. Bares, restaurantes, pizzarias, lanchonetes estão sempre presentes em nosso caminho. As quitandas sumiram e são poucos os vendedores de frutas no dia-a-dia. Mercados, mercadinhos, super-mercados, hiper-mercados possuem prateleiras infindáveis de alimentos aditivados.

vejo a cada dia as variadas marcas de bolachas, biscoitos recheados, se espalham por cantinas escolares, hospitalares, etc. Esta oferta em demasia transforma crianças em seres obesos e glutões.

Refrigerantes, águas saborizadas, energéticos são mais procurados que uma água filtrada.

Um pastel, uma pizza, um sorvete gera mais atenção que 02 colheres de arroz.

Sendo assim, creio que, uma dieta nunca poderá ser perfeita. Mesmo que você não saia de asa ou que não compre certos produtos para encher sua geladeira, a tv , o rádio levam a propaganda aos seus olhos ou ouvidos.

Uma alimentação regrada, pode tudo, só não pode é o excesso.

Sucos podem ser substituídos pela fruta natural pois esta sacia a fome e tem açúcar natural. Frutas desidratadas não possuem água e possuem grande quantidade de açúcares. Um pão pequeno francês tem menos calorias que um pacote de biscoitos.

verduras e legumes devem ser mais usados.

Diminua as frituras, as massas, os empanados.

Veja bem!!!! Eu era magra e tinha vergonha de usar biquine pois os ossos dos quadis ficavam proeminentes. Uma amiga erta vez falou : - pra que usar biquine, você não tem nada prá mostrar!!!! Hoje em dia, não uso biquine pois tenho uma barriguinha proeminente. Freq"uentei nutricionistas e endocrinologistas e vi dietas que podem ser consideradas malucas. lli várias revistas, artigos, livros, reportagens; vi um monte de receitas a de tudo isto estou de acordo com algumas coisas : hidratação com água, pouco sal, pouca açúcar, pouca gordura, pouca massa, pouca fritura. E por fim dê uma olhada nos horários de sua alimentação. Coma para viver e não viva para comer. Coma de tudo um pouco.

Muita coisa deve ser dita mas, vou deixar para depois.

SolCira

2010


segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Adeus de amiga




Semana conturbada

Notícias estarrecedoras.

Primeiro : uma colega, do coral ao qual pertenço, havia feito uma biópsia de um caroço debaixo do braço. Ainda não sabia o resultado e foi hospitalizada em emergência. Infelizmente, não se salvou. O câncer havia tomado todo seu corpo.

Segundo : uma amiga, de estudos místicos, de longa data. Criatura sempre alegre, sorridente, trabalhadora. Amiga. Minha amiga de longa data. Já havia feito uma retirada de um seio, há mais ou menos, uns 10 anos atrás. Esta semana, após trabalhar para uma festividade do dia da crinaça e, estando nesta fsta, sentiu-se não muito bem. Foi para casa e depois foi internada e em poucas horas veio a falecer. Provavelmente o câncer havia voltado e espalhado.

Doença sorrateira, silenciosa. Estreita o corpo em seus mínimos locais. Espalha. Mata. Acaba com uma vida. Deixa saudades, acarreta lágrimas.

Minhas amigas.

A missa que assisti, ainda há pouco, foi para vocês. As palavras ouvidas vieram para me consolar de algo inconsolável.

As preces em nome de vocês, serviu para elevar suas almas a Deus Pai e pedir o retorno ao seui de Seu amor.

Minhas amigas.

Deixo aqui, para sempre, a partida e o retorno.

Meu carinho e minhas lágrimas.

A saudade das horas passadas e a lembrança dos momentos vividos em companhia de vocês.

Nelinha e Carminha.

Diminutivas, pois, de pequena estatura elas eram mas, grandes mulheres, cada uma a seu tempo, cada uma ocupando seu lugar na Terra.

Meu último pensamento a vocês, amigas.

Até outra vez!!!!!

SolCira

25/10/2020

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Uma casa muito engraçada


Reportagem da Revista O GLOBO de 29 de junho de 2008
Em Petrópolis, Rio de Janeiro existe uma casa chamada Casa da Ipiranga.
Ela é assimétrica.
Foi construída pelo financista José Tavares Guerra em 1879.
Ele comentava que o rosto humano tinha assimetrias e era lindo e decidiu fazer sua casa com assimetria em estilo Vitoriano.
Esta casa começou a ser conhecida como A casa dos sete erros.
Foi o acolhimento de músicos e outros visitantes durante o Festival de Inverno de Petrópolis apresentando serenatas em seu jardim.
O jardim é original construído pelo paisagista da Casa Imperial, Auguste Glaziou.
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O centro cultural Casa da Ipiranga funciona de quinta a terça
das 12:00 às 18:00h, com um ingresso para visitação guiada de R$6,00, e meia entrada para estudantes e maiores de 60 anos. Crianças até 7 anos não pagam. Também trabalha com visitas pré-agendadas .
Toda quinzena acontece em um de seus salões um concerto de música clássica ou popular.
A Casa da antiga rua Joinville, atual Ipiranga foi idealizada por seu propietário José Tavares Guerra em estilo Queen Vitória em 1884 . Ainda intacta com sua decoração original, possui salões de festas com lustres franceses, espelhos de cristal belga, lareiras de mármore carrara e cerca de 300 pinturas por todos os seus cômodos.

O jardim da casa é o único em estado original do Brasil de Auguste Glaziou, botânico e paisagista da Casa Imperial Brasileira e idealizador da Quinta da Boa Vista e Passeio Público - ambos no Rio de Janeiro.

A casa, hoje Centro Cultural, tem intensa programação: concertos musicais, peças teatrais, exposições, workshops. Na antiga cocheira também em estado original e está instalado atualmente um restaurante.
Veja mais em

http://casadaipiranga.blogspot.com/
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Auguste François Marie Glaziou nasceu em Lannion, Bretanha em 30 de agosto de 1833, faleceu em 1906 foi engenheiro e paisagista francês.

Veio para o Brasil em 1858, a convite do Imperador D. Pedro II, para coordenar a Diretoria de Parques e Jardins da Casa Imperial, no Rio de Janeiro, sendo oficialmente nomeado para o cargo apenas em 1869.

Deve-se a Glaziou a descoberta de diversas espécies de plantas, que receberam o seu nome, como as do gênero de bignoniáceas ("Glaziovia"), e a maniçoba ("Manihot glaziovii"), e a adoção de plantas brasileiras em praças e ruas, destacando-se o oitizeiro.

Veja mais em

Glaziou

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José Tavares Guerra educou-se na Inglaterra, tendo vivido na Europa desde os 07 até aos 28 anos de idade, indo inicialmente para a Alemanha, pois naquela época a Inglaterra não aceitava matricular pessoas vindas do Brasil por causa das chamadas doenças tropicais. Aos 15 anos, finalmente pode ir para a Inglaterra, a fazer os estudos superiores, graças a intervenção do Barão de Mauá, seu padrinho de batismo. De volta ao Brasil, cheio de boas lembranças da velha Europa, resolveu construir uma "Nova Inglaterra" para seu uso particular.

Para construir a mansão tipo "Queen Victoria", importou grande parte do material (inclusive trabalhos em madeira de lei brasileira, lá entalhada), além de maçanetas e dobradiças de bronze, os brocados que revestem paredes dos salões, as lareiras de mármore de Carrara, os monumentais lustres e os apliques da famosa Fundição Barbedienne (1) encimados por cristais Baccarat, assim como os espelhos, igualmente franceses, que cobrem parte das paredes do salão.

Saiba mais sobre Guerra

Por mais

CIRA

2009


Figuras interessantes






Estas figuras foram enviadas por e-mail.
Aqui as repasso pois em matéria de arte são estupendas.
Não consegui encontrar a fonte delas na Internet.
O trabalho é talhado em troncos de árvores.
O entalhe é feito com serra elétrica.
Estupendo!!!!
CIRA
2009

domingo, 23 de dezembro de 2007

FOTOS DA PRIMAVERA 2007




















Flores em minha vida
Flores em meu coração
Flores em minha alma
Flores em minha paixão
Flores abençoadas pela primavera gentil
Flores de todas as cores
Flores diversas, amadas Flores no Brasil
Flores com odores diversos
Enchendo o ar anil
Flores no chaõ
Pisadas
Em tapetes disfarçadas
Nas ruas, nos lares, nas casas
Flores na minha lembrança
Na douçura da flor criança
Que cresce em meu jardim
CIRA
2007
























segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Primavera de 2007, Rio de Janeiro





























Caídas no chão com beleza ainda viva.






CIRA






2007